Debruço-me ante o papel ignorante Branca tez, incompreensível vazio Que aguarda imóvel e resignado A singeleza da forma e do traçado Das cores cuidadosamente agregadas Em formas geométricas e poesia Sou artista, alma poeta que cria Meticulosos desenhos variados Sutis traços, linhas, pontilhados Sentimento silencioso ali agrego Por grandes mares navego Nas cores sintetizo meus dias Pois a imaginação capta e envia A fusão do arco-íris em luz plena Se na mente brota a arte No coração, o amor reina.
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